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Por que as obras do Moinho continuam? Porque a solidariedade não pode parar.

21 de março de 2020 - 19H17

Estamos trabalhando para deixar nosso espaço físico preparado para que o Moinho possa funcionar como centro de apoio, sobretudo para os moradores da Zona Norte, nas ações de emergência no enfrentamento ao novo coronavírus.
Para proteger os trabalhadores próprios e de empresas terceiras, várias iniciativas estão sendo tomadas. Entre elas: liberação remunerada dos profissionais com mais de 60 anos e dos que compõem os grupos de risco para que fiquem em casa; empresas e seus empregados têm o direito de não trabalhar – sem necessidade de justificativa; reforço nas medidas de proteção individual como o uso de máscara; desinfecção e sanitização frequente, utilizando pulverizadores, das áreas comuns como vestiários, banheiros, refeitório e dos equipamentos e ferramentas; instalação de novas estruturas para a higienização das mãos, em vários pontos da obra; medição da temperatura corporal no início da jornada e exigência para que o colaborador que apresente qualquer sintoma de gripe fique em casa.
Entendemos que o Lugar da Vida Coletiva precisa ser, neste momento, o Lugar da Vida Solidária. Por isso, aplaudimos nossos trabalhadores que, tais como os profissionais da saúde e da segurança, estão entendendo a necessidade de dar a sua contribuição para minimizar os efeitos desta pandemia em nossa cidade.

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